Amapá apresenta oportunidades no setor de petróleo e gás na ROG.e 2026, no Rio de Janeiro


O Amapá participa, de 21 a 24 de setembro, da ROG.e 2026 — Rio Oil & Gas, no Riocentro, no Rio de Janeiro. Com um estande próprio, o estado pretende apresentar oportunidades de negócios e atrair investimentos para a cadeia produtiva de petróleo e gás.
A participação será coordenada pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá). Entre os principais temas que serão apresentados estão o potencial da Margem Equatorial, a posição geográfica estratégica do estado, a infraestrutura logística e o desenvolvimento de fornecedores e serviços especializados.
Promovida pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), a ROG.e é considerada uma das maiores feiras de energia do mundo. A edição de 2026 deve reunir cerca de 75 mil participantes, 650 empresas expositoras, 13 pavilhões internacionais e mais de 600 horas de programação.
O evento reúne investidores, operadores, fornecedores, especialistas e representantes de empresas nacionais e internacionais. A agenda inclui debates sobre petróleo, gás, segurança energética, inovação, tecnologia, transição energética, descarbonização e cadeia de suprimentos, além de rodadas de negócios.
Atração de investimentos
Durante a programação, a Agência Amapá pretende divulgar projetos e apresentar dados sobre as condições oferecidas pelo estado para receber novos empreendimentos. A estratégia também busca estabelecer contatos com empresas interessadas em atuar na Região Norte.
Segundo o presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga, a presença na ROG.e permite aproximar o estado dos principais agentes da indústria de energia.

“Estamos levando o Amapá para um ambiente onde estão os grandes investidores, operadores e fornecedores da indústria de energia. Nosso objetivo é apresentar o estado não apenas pelo seu potencial, mas pelas oportunidades concretas que já existem e pelas condições que estamos construindo para receber novos investimentos”, afirmou.
Pitaluga destacou que os possíveis impactos econômicos da expansão do setor vão além da exploração de petróleo e gás.
“O Amapá não quer esperar os investimentos chegarem para começar a se preparar. Estamos trabalhando para que o estado esteja pronto, com uma estratégia de atração de investimentos e uma visão de cadeia produtiva. A oportunidade não está somente na exploração de petróleo e gás, mas em toda a estrutura de serviços, logística, fornecedores, tecnologia e qualificação que pode surgir a partir desse novo cenário”, ressaltou.
Margem Equatorial em destaque
A presença na ROG.e integra uma agenda da Agência Amapá em eventos nacionais e internacionais do setor energético. Em 2026, Wandenberg Pitaluga também participou da Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos, e do Amazon Energy, em Belém.
Nos encontros, foram discutidas as perspectivas da Margem Equatorial e as possibilidades de desenvolvimento de uma cadeia econômica ligada à indústria de petróleo e gás na região.
Posição geográfica estratégica
Outro ponto que será apresentado durante o evento é a localização do Amapá na costa norte do Brasil, próxima a mercados da América do Sul e do Caribe. A Agência Amapá avalia que essa posição pode favorecer investimentos em logística, infraestrutura e prestação de serviços.

“Estamos construindo uma posição estratégica para o Amapá. Quando empresas e investidores discutem a expansão da fronteira energética brasileira, queremos que o nosso estado esteja entre os primeiros lugares considerados. A ROG.e é uma oportunidade para transformar a visibilidade em relacionamento e relacionamento em negócios”, completou Pitaluga.
A ROG.e 2026 ocupa uma área total de 117 mil metros quadrados, dos quais 22 mil são destinados à exposição de empresas, projetos, produtos e tecnologias do setor energético.
*Redação – Portal Amapá News / Agência Amapá



