Companhia Docas de Santana (CDSA) reforça articulação com PF e GSI para combater crimes nas fronteiras


A Companhia Docas de Santana (CDSA) recebeu representantes da Polícia Federal e da Secretaria de Assuntos Estratégicos do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República para discutir medidas de segurança e ampliar a cooperação no enfrentamento a crimes nas áreas de fronteira.
A agenda reuniu integrantes dos órgãos de segurança e da autoridade portuária, com foco na troca de informações e na construção de estratégias conjuntas para prevenir e combater crimes transfronteiriços, principalmente aqueles que utilizam rotas marítimas e a extensa faixa litorânea brasileira para atividades ilícitas.
Localizado em uma área estratégica para a movimentação de cargas e embarcações na Região Norte, o Porto de Santana está entre os pontos que demandam atenção dos órgãos responsáveis pela segurança, fiscalização e proteção das fronteiras. O cenário reforça a necessidade de integração institucional diante dos riscos associados à utilização das rotas marítimas para ações criminosas.
Segundo o chefe da Divisão de Segurança Portuária da CDSA, José Neto, a aproximação entre as instituições contribui para tornar a atuação mais coordenada.
“Esse encontro reforça as relações institucionais, fortalece a integração e a troca de informações que são fundamentais para que possamos atuar de forma cada vez mais coordenada na prevenção e no enfrentamento de possíveis ameaças, contribuindo para a segurança das operações portuárias e da nossa região”, afirmou.
Segurança nas rotas marítimas
Com cerca de 7,5 mil quilômetros de extensão, o litoral brasileiro reúne portos, marinas, comunidades pesqueiras, canais e diferentes vias de acesso. Essa dimensão amplia os desafios para fiscalização e monitoramento, sobretudo no combate a atividades criminosas que utilizam as rotas marítimas.
Durante a visita à CDSA, os representantes discutiram justamente a necessidade de compartilhar informações e capacidades operacionais para aprimorar a identificação e a resposta a possíveis ameaças.
O coordenador-geral de Assuntos de Fronteiras da Secretaria de Assuntos Estratégicos do GSI, André Bitencourt, destacou que a integração é uma das principais ferramentas para fortalecer a atuação dos órgãos.
“A integração e o estreitamento das relações são fundamentais para que os órgãos possam unir esforços, capacidades e informações na prevenção e no enfrentamento das ameaças que envolvem as fronteiras”, declarou.
A visita ao Porto de Santana integra uma agenda com diferentes instituições e órgãos públicos no Amapá. A iniciativa busca ampliar a articulação entre forças de segurança e entidades que atuam direta ou indiretamente na proteção das fronteiras e no controle das rotas de acesso ao território brasileiro.
*Redação – Portal Amapá News / CDSA


