Saúde

Governo do Amapá autoriza permanência ampliada de pais na UTI do Hospital da Criança e do Adolescente

O Governo do Amapá autorizou a ampliação da presença de pais e responsáveis na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança e do Adolescente (HCA). A iniciativa faz parte das ações voltadas à humanização da assistência hospitalar e ao fortalecimento do vínculo entre família e paciente.

Antes, as visitas na UTI Pediátrica aconteciam em um único horário, das 15h30 às 17h. Com a nova medida, os pais passam a permanecer ao lado dos filhos das 14h às 18h. O novo horário está sendo adotado inicialmente como um período de adaptação e será avaliado pela equipe multiprofissional para possível ampliação gradual.

Ao lado de cada leito, há poltronas que permitem que os pais permaneçam próximos às crianças
Ao lado de cada leito, há poltronas que permitem que os pais permaneçam próximos às crianças

De acordo com a enfermeira Thamires Moraes, a proposta é avançar de forma responsável, respeitando a adaptação dos familiares, das crianças e da rotina assistencial da unidade.

“Antes funcionava uma visita das 15h30 às 17h. Agora eles estão permanecendo das 14h até as 18h. Esse é um período de adaptação para que, gradativamente, esse horário seja ampliado. Na próxima semana será feita uma avaliação desse período de adaptação para alinharmos ainda mais a possibilidade de aumentar esse tempo”, explicou.

A estrutura da UTI Pediátrica também foi preparada para acolher os acompanhantes. Ao lado de cada leito, há poltronas que permitem que os pais permaneçam próximos às crianças durante todo o período autorizado.

A estrutura da UTI Pediátrica também foi preparada para acolher os acompanhantes
A estrutura da UTI Pediátrica também foi preparada para acolher os acompanhantes

Segundo a enfermeira, a presença da família é fundamental no processo de recuperação dos pacientes. 

“A presença dos pais na UTI Pediátrica é muito importante porque aproxima a família, fortalece o vínculo e deixa os pais mais tranquilos. O carinho, o toque e a presença ajudam a criança a ficar mais calma e contribuem para uma recuperação mais rápida”, destacou.

Além de trazer mais conforto, a medida garante um direito previsto em lei e reforça um modelo de cuidado mais humanizado. Os pais também podem participar dos cuidados com os filhos, sempre com a orientação da equipe de saúde, tornando o tratamento mais acolhedor e eficaz.

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