
Crianças, adolescentes e pais ou responsáveis que são acompanhados pelo Centro de Atendimento às Vítimas “Nós Pertencemos” (CAVINP) passaram a manhã desta quarta-feira (17) no Museu Sacaca, em atividades recreativas, visita monitorada, contação de histórias e distribuição de brindes natalinos. A programação marca o encerramento das atividades do Centro em 2025. A coordenadora da unidade, promotora de justiça Fábia Regina, e servidores recepcionaram as famílias.

O CAVINP é um órgão auxiliar da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), que atua no acolhimento, orientação e acompanhamento de vítimas diretas e indiretas de violência, com atenção especial às crianças, adolescentes e suas famílias. Uma equipe multidisciplinar oferece atendimento humanizado nas áreas de assistência social, psicologia, pedagogia e assessoria jurídica. Esses profissionais fazem a escuta, orientação e encaminhamentos à rede de proteção; acompanham vítimas ao longo do processo, buscando minimizar danos emocionais e sociais.

Na ação no Museu Sacaca, as famílias visitaram o ambiente com o acompanhamento de guias, passearam no barco Regatão, participaram de atividades lúdicas e recreativas, como pintura de rosto, ouviram as histórias dos contadores e viveram um momento natalino, com a entrega de brindes e brincadeiras. A programação contou com o apoio da Direção e de servidores do Museu, artistas e contadores de história, que aderiram à iniciativa, e da Associação de Membros do Ministério Público do Amapá (Ampap), que fez a doação de brindes e lanches.
A coordenadora do CAVINP relatou que a ação foi pensada pela equipe do Centro para proporcionar um dia divertido, em um ambiente de contato com a natureza, com experiências inclusivas de lazer, cultura e expressão emocional para o público atendido.
“É importante que essas famílias, que passaram por algum episódio traumático de violência e busquem apoio para continuar a vida, saibam o quanto são importantes para nós e o carinho que temos por elas. É um dia de experiência socioemocional produtiva em que reafirmamos o compromisso na salvaguarda dos direitos das vítimas”, disse Fábia Regina.
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá



