MP-AP apresenta aplicativo para facilitar prestação de contas de curatelas judiciais




O Ministério Público do Amapá (MP-AP) apresentou, nesta quarta-feira (7), o aplicativo “Cuida Bem MP” ao corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), desembargador João Guilherme Lages, e ao reitor eleito da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Antonio Sabino Neto. A ferramenta foi desenvolvida para facilitar a prestação de contas nas curatelas judiciais e melhorar o acompanhamento dos recursos administrados pelos curadores.
A proposta é organizar as informações sobre a gestão patrimonial e financeira, tornando a apresentação e a fiscalização das contas mais ágeis e transparentes. O aplicativo oferece uma alternativa digital ao uso de papéis, planilhas e comprovantes.
Durante a reunião, o coordenador das Promotorias de Justiça da Família de Macapá, promotor Marcelo Moraes, demonstrou o funcionamento do sistema e destacou a importância da proteção do patrimônio das pessoas sob curatela.
“Por trás de cada prestação de contas há uma pessoa cujo patrimônio precisa ser cuidado e protegido. O Cuida Bem MP foi pensado para facilitar a tarefa do curador e permitir que o acompanhamento desses recursos seja mais organizado e eficiente. Queremos que a tecnologia ajude a transformar informações em proteção efetiva para quem está sob curatela”, afirmou.
O MP-AP está elaborando uma minuta de termo de cooperação interinstitucional para estabelecer as condições de utilização do aplicativo nas Varas de Família do estado. O documento será apresentado ao TJAP e submetido à apreciação do Tribunal.
Desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação do Ministério Público, a pedido das Promotorias de Justiça da Família, o “Cuida Bem MP” utiliza inteligência artificial para auxiliar na organização das prestações de contas. A ferramenta foi apresentada ao público em 13 de agosto de 2026, no estande da instituição durante a 55ª Expofeira.
Com a iniciativa, o Ministério Público busca facilitar o cumprimento das responsabilidades dos curadores e fortalecer a fiscalização dos recursos, contribuindo para a proteção do patrimônio e dos direitos das pessoas curateladas.
*Redação – Portal Amapá News / MPAP



