Brasília

PEC da Essencialidade dos Tribunais de Contas é promulgada com participação de conselheiros do TCE/AP

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE/AP), Reginaldo Ennes, e os conselheiros Regildo Salomão, Amiraldo Favacho e Michel Harb participaram da sessão solene de promulgação da PEC da Essencialidade dos Tribunais de Contas, realizada nesta terça-feira (5) no Congresso Nacional, em Brasília.

O ato consolida o reconhecimento dos Tribunais de Contas como órgãos permanentes e essenciais ao controle externo da administração pública, fortalecendo a segurança jurídica e a autonomia institucional necessária ao pleno exercício da fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial.

O presidente Reginaldo Ennes destacou o marco histórico: “Esta PEC corrige uma lacuna e consagra o que já defendemos na prática todos os dias. Os Tribunais de Contas são indispensáveis para garantir que cada real público seja aplicado com responsabilidade, transparência e em benefício direto da sociedade. É uma vitória do controle externo e, principalmente, do cidadão amapaense”.

Sousa Silva, Eunício, Motta, Davi, Pacheco e Vital do Rêgo Filho, presidente do TCU, com o texto promulgado
Fonte: Agência Senado

O conselheiro Michel Harb ressaltou a importância da medida para a sociedade: “Reconhecer a essencialidade dos Tribunais de Contas é garantir instrumentos efetivos para combater o desperdício e assegurar que as políticas públicas cheguem a quem mais precisa. Ganha a democracia e ganha o povo”.

Já o conselheiro Regildo Salomão enfatizou o fortalecimento institucional: “A promulgação desta PEC dá mais segurança para atuarmos com independência e técnica. É um passo decisivo para um controle externo cada vez mais eficiente e próximo da realidade dos municípios amapaenses”.

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, elogiou a atuação dos Tribunais de Contas e destacou o trabalho no Amapá: “Os Tribunais de Contas exercem papel fundamental na fiscalização e na orientação aos gestores. Quero reconhecer, em especial, o TCE do Amapá, que tem aproximado cada vez mais a instituição da população, mostrando que controle externo é também sinônimo de serviço ao cidadão e desenvolvimento para o estado”.

A alteração constitucional reafirma o papel indispensável dos Tribunais de Contas na defesa do interesse público, da transparência e da boa governança.

Fonte: TCE Amapá

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