Após formação na Força Tática, militar ressalta preparo para enfrentar desafios da segurança pública


Foram quase dois meses de um extenuante treinamento físico, psicológico e técnico. “Noites intermináveis”, como afirma o Soldado Daniel Avis, um dos 15 concluintes do VI Curso de Força Tática (CFT), que preparou os servidores da Segurança Pública do Amapá para o combate incisivo contra o crime organizado e ações de grupos violentos.
“Nenhum dia foi fácil, mas o mais difícil sempre é o início, quando o conforto é arrancado de nós e somos colocados à prova. Testados, sim, porque atenderemos situações onde nenhuma outra pessoa ousa entrar, locais de perigo extremo, vulnerabilidade das vítimas e, agora como um taticano, eu me sinto mais preparado para servir a sociedade”, descreveu o policial militar.

O grau de dificuldade descrito pelo SD Avis não é exagero, mas uma constatação que os acompanha desde o início do curso. Somente na semana inicial do VI CFT, as desistências reduziram os candidatos de 25 para apenas 17. Os formados, agora, integram o grupo de quase 13,9 mil servidores da segurança pública qualificados pelo Governo do Estado em pouco mais de três anos.
“O nosso objetivo maior sempre é proporcionar o melhor atendimento à população. Esses cursos se traduzem em agilidade no atendimento às ocorrências, precisão e efetividade das ações policiais ostensivas, investigativas e de inteligência, melhor acolhimento das vítimas e condução de responsáveis à justiça. Com as decisões políticas do governador Clécio Luís estamos proporcionando, efetivamente, um Amapá mais seguro para as famílias”, destacou o secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Cézar Vieira.

Raio audaz
O Batalhão de Força Tática tem por doutrina a especialização da tropa pautada no treinamento e na instrução, e capacita o policial militar a atuar de forma precisa em ocorrências de alto e altíssimo risco, como tráfico de drogas, roubos, captura de foragidos e contra grupos criminosos.
Durante o curso operacional, os taticanos tiveram instruções de tiro policial, abordagem, combate em ambiente confinado e, principalmente, patrulhamento em áreas de alto e altíssimo risco, que é o carro-chefe da unidade.
O batalhão também conta com militares especializados contra causadores de eventos críticos, como agressores ativos, tentantes suicidas e outras ocorrências com indivíduos que representem alta ameaça à vida das pessoas e que exijam rápida resposta policial.

Fonte: Agência Amapá


