Clécio propõe reforçar inteligência e bloquear recursos financeiros de facções no Amapá




O governador do Amapá e candidato à reeleição, Clécio Luís, apresentou propostas para ampliar o enfrentamento às facções criminosas no estado. Caso seja reeleito, o plano para o período de 2027 a 2030 prevê o fortalecimento da inteligência policial, a integração entre as forças de segurança e ações para atingir a estrutura financeira do crime organizado.
A estratégia inclui o rastreamento de recursos movimentados por organizações criminosas, o reforço do policiamento em áreas consideradas críticas e a ampliação da cooperação entre órgãos estaduais, municípios e forças federais.
Presença nos territórios



Entre as propostas estão ações permanentes em regiões estratégicas, com foco na redução dos homicídios e da violência urbana. O plano também prevê políticas de prevenção destinadas principalmente a jovens em situação de vulnerabilidade e mais expostos à criminalidade.
Clécio pretende ainda fortalecer o policiamento comunitário, ampliar o programa Escola Segura e integrar projetos sociais de prevenção à violência em uma política estadual.
A proposta também inclui a ampliação da Carreta da Segurança, estrutura móvel utilizada para aproximar serviços e ações das forças policiais da população nos bairros de Macapá e nos municípios do interior.
Proteção às mulheres


Na área de proteção às mulheres, o plano prevê transformar a Casa da Mulher Brasileira em referência para uma rede estadual de atendimento. A proposta é ampliar o alcance dos serviços para municípios do interior e comunidades ribeirinhas, reunindo ações de prevenção, acolhimento às vítimas e resposta policial.
Segundo a campanha, as propostas buscam dar continuidade aos investimentos realizados na atual gestão e direcionar a estrutura adquirida para intensificar o combate às facções e ampliar a presença do Estado em áreas vulneráveis.
Balanço apresentado pela campanha
De acordo com os dados divulgados pela campanha de Clécio, a atual gestão convocou mais de 6,2 mil agentes de segurança, colocou mais de 550 viaturas em operação e adquiriu 6.112 armas e mais de 1 milhão de munições.
O balanço também cita a aquisição de aeronaves para o Grupo Tático Aéreo (GTA), lanchas e outras embarcações para operações policiais, além de investimentos em inteligência, integração das forças, policiamento no interior e segurança nas áreas de fronteira.
*Redação – Portal Amapá News



