Presidente do Tribunal de Contas do Amapá dialoga com lideranças indígenas do município de Oiapoque para entender principais desafios


Membros do Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE/AP) estiveram no município de Oiapoque desde o dia 27 de janeiro para ouvir as principais demandas da população. A agenda institucional encerrou na quarta-feira, 4 de fevereiro, com visita do presidente da instituição, Reginaldo Ennes, nas comunidades indígenas Manga, Espírito Santo e Santa Isabel.
Acompanhado pela 2ª vice-presidente do Tribunal, conselheira Maria Elizabeth Cavalcante de Azevedo Picanço, relatora do município para o biênio 2026/2027, e demais servidores, o presidente dialogou com lideranças indígenas sobre os principais desafios enfrentados nas comunidades.

A visita institucional evidencia a descentralização do Tribunal de Contas, que percorre anualmente os 16 municípios do estado para acompanhar o desenvolvimento das políticas públicas e orientar os gestores locais.

“Estamos aqui para saber quais são as maiores necessidades das aldeias, para que possamos auxiliar a agilizar o processo de resolução. Agradeço a recepção dos caciques, dos professores e da comunidade. Vamos auxiliar no que for necessário”, disse o presidente Ennes.
O cacique Jackson Karipuna, da aldeia Santa Isabel, agradeceu a presença da comitiva e o empenho do Tribunal de Contas em escutar ativamente as principais necessidades da etnia Karipuna.
“É muito importante a presença do presidente do Tribunal de Contas aqui dentro do nosso território para ver a situação das nossas escolas e os desafios que a gente enfrenta. É importante ter essa equipe aqui para levar nossas demandas e para saber de perto as nossas reais necessidades”, destacou o cacique.
No Rio Kuripi, região onde estão localizadas as três aldeias, também residem etnias como Palikur e Galibi-Marworno. Além disso, durante a visita, professores também foram escutados, como o tecnólogo da Escola Indígena Estadual Manoel Primo dos Santos, em Santa Isabel, Diorgine Miranda, que comentou sobre a necessidade de mais computadores para realizar as aulas de informática.
“No momento, o que precisamos é de mais máquinas atuais para que possamos trabalhar melhor. A informática é uma matéria essencial para a formação dos jovens aqui da nossa comunidade. Com computadores mais atuais, eles saem daqui com uma base muito boa”, revelou o professor.

Fonte: TCE Amapá



